"Pobres sonhadores vagando no mar da solidão."
Vertigem
Era um dia comum, em 12 de dezembro de 2015, acordo como se tivesse vivido tudo o que havia sonhado. Ainda sentia as emoções, o frio, o calor, o medo. Corri para escrever, com receio de esquecer. Mas não, até hoje não esqueci nenhuma das sensações. E ela voltou para me lembrar do meu compromisso.
Em um abismo entre querer entender e medo, me deixei levar, e a partir desse dia não sinto mais medo.
A partir daqui, não sou responsável pelas interpretação, nada será cronológico ou fará sentido a ouvidos destreinados, está história falará sobre amor, ódio e esperança. Está última depende de mim.
Após o episódio do corredor, me deitei na cama, e o abismo me levou.
Seu nome era Sarah.
Maria Marx.

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